a ia nãoacordou burra.alguém colocouisso em produção.
falou com muita certeza. trouxe nenhum recibo.
as maneiras mais recorrentes de uma ia falar besteira, parecer correta e deixar outra pessoa resolver o estrago. cada tipo mostra como funciona, quem se beneficia e quem recebe a conta.
casos reais abertos em quatro perguntas: o que aconteceu, onde o erro virou decisão, quem pagou e como isso poderia ter sido evitado.
a estupidez não mora apenas no modelo. ela passa pela empresa que vende, pela interface que esconde, pelo contrato que espalha a culpa, pela instituição que aceita e pela nossa vontade de acreditar numa tela que fala com confiança. quem escreve este site também trabalha com essas máquinas, paga por elas, depende delas e às vezes é feito de palhaço por elas. não estamos acima do problema. estamos tentando desenhar o mapa.