{0000}/como fazemos

antes de chamar de estupidez, a gente confereo que entra, o que fica de fora e onde nós também podemos errar

{v.001}
documento em obras
{01}
o que conta como caso

um print estranho não basta. procuramos erros que aparecem mais de uma vez porque o produto foi organizado para funcionar daquele jeito.

o caso precisa deixar rastro: reportagem verificável, decisão judicial, auditoria independente ou dados publicados pela própria empresa. sem contexto, o print é só fofoca de interface.

{02}
o que não entra

print solto apresentado como prova.

pânico moral porque uma tecnologia é nova.

humilhação gratuita de um modelo pequeno só para alguém parecer especialista.

tratar uma ia como criatura malvada e esquecer quem a colocou em funcionamento.

chamar toda novidade de progresso antes de perguntar progresso para quem.

{03}
de onde falamos

este site é feito por quem trabalha com ia todos os dias: testa, implementa, avalia e entrega sistemas. isso ajuda a enxergar a engrenagem. também cria pontos cegos.

quem constrói uma ferramenta pode acabar considerando normal aquilo que quem sofre seus efeitos nunca deveria ter sido obrigado a aceitar. por isso, experiência técnica entra como ferramenta. não como carteirada.

{04}
a ideia central

um modelo consegue errar sozinho. para o erro virar dano em escala, ele costuma precisar de uma equipe: produto, empresa, contrato, interface, instituição e nossa vontade de confiar na resposta mais confortável. estupidez artificial é o nome desse trabalho coletivo.